sexta-feira, 30 de julho de 2010 | Autor: DeRose

danieltonet

Oi, Mestre!

Acabei de assistir à sua entrevista para o Raio X da TV Estadão. Ficou incrível! Fica fácil perceber o motivo pelo qual tantas pessoas no mundo inteiro admiram você e sua obra.

Este é o link para quem preferir assistir direto no site do Estadão:

http://tv.estadao.com.br/videos,raio-x-mestre-derose,112528,256,0.htm

Grande abraço,

Daniel Tonet
Unidade Bueno – Goiânia / GO

_____________________

Lembre-se de deixar um comentário no site do Estadão e também de agradecer ao Felipe Machado pela realização da entrevista.

_____________________

Mario Vendas

Que entrevista fabulosa De ;)

Parabéns e obrigado pelos ensinamentos sempre presentes :)
Imagino o impacto e a simpatia que geraria se esta entrevista estivesse permanentemente na página de abertura de cada um dos nossos blogs e sites…

Beijos com imenso orgulho do,

Mário Vendas
Instr. Método DeRose
Porto | Portugal

_____________________

Devemos isso ao Felipe Machado. Aproveito para agradecer a ele publicamente: Obrigado, Felipe! Você foi genial.

_____________________

Francisco von Hartenthal

A quem interessar-se, segue o link para o site do artista Maurício Takiguthi, citado na entrevista como o pintor mais admirado por DeRose. Abraços!

http://www.takiguthi.art.br/


Veja os comentários

sexta-feira, 30 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Martin Pereira

Mestre, te quería dejar el link actualizado del video de la entrevista en Portugal, con los subtítulos en español. EL anterior ya no está online.

http://vimeo.com/13750675

Un abrazo enorme!

Martín
Sede Palermo – Buenos Aires

sexta-feira, 30 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Sexta-feira, dia 6 de agosto, às 20 horas, na Al. Jaú 2000, em São Paulo, terá lugar uma noite cultural que compreenderá coreografias do Método DeRose, rápida palestra e autógrafos do conto Eu me lembro… que hoje constitui a melhor fonte de ensinamentos sobre os conceitos do Método.

______________________

Nilzo Andrade Jr.

Mestrão.

Primeiramente, queremos agradecer a sua presença no final de semana passado aqui em Curitiba. Toda a nossa egrégora ficou em êxtase com todo o conhecimento transmitido.
Depois, quero compartilhar esse destaque que você recebeu na principal coluna social, no jornal de maior circulação do estado.
Todos estamos muito orgulhosos com a sua projeção e com o reconhecimento que, sabemos, está só no início.
Um grande beijo de todos nós para você, para a Fée e para a Jaya,

Nilzo
Representando a egrégora do Paraná

_______________________________

Primeiro capítulo do livro “Eu me lembro…”

As manhãs da minha infância

Lembro-me de uma linda manhã de sol, em que os campos floridos ondulavam com a brisa fresca. Eu devia ter uns quatro anos de idade e minha mãe me ensinava como caminhar na trilha de terra evitando pisar sobre as folhas secas para não ferir alguma serpente que estivesse dormindo e não percebesse nossa aproximação, dizia ela. Segundo minha mãe, a serpente não era má e não me morderia por mal e sim por medo de mim, que era um animal muito maior do que ela.

Mamãe me ensinava também a perceber o ruído particular que cada animal, ave ou inseto fazia ao se deslocar ou ao espreitar. De fato, depois que passei a prestar atenção, podia perfeitamente separar o ruído do vento na vegetação, do chamado de um inseto quase imperceptível, ou do leve bater de asas de uma ave de rapina planando baixo para caçar um roedor desavisado. Um dia ela me disse:

– Shhh! Ouça.

Mas não ouvi nada. Então, ela apontou com o dedo médio, como era costume entre nosso povo. Olhei e nada vi. Mas comecei a perceber um leve ruído como se fosse uma lixa passando de leve sobre o chão arenoso.

– Não se mova para não assustá-la!

Em poucos instantes, vimos uma majestosa naja amarronzada de uns dois metros de comprimento saindo de trás do capinzal. Por tudo o que minha mãe me ensinou, posso dizer que lhe devo a vida várias vezes.

Passávamos a manhã inteira brincando de furar o solo de terra fofa com o dedo polegar e jogando dentro do orifício umas sementinhas. Depois, ficávamos algumas semanas brincando de colocar água e esterco de vaca em torno de cada local plantado. Também devíamos conversar e rir bastante ali por perto. Mamãe dizia que se a sementinha ouvisse nossa conversa e nossos risos ela iria pôr a cabecinha de fora para ver o que se passava. Então, permanecíamos dias a fio conversando e contando casos engraçados, esperando ansiosamente que a semente pusesse a cabeça para fora da terra.

Minha mãe tinha razão. Dali a alguns dias, vi, com uma alegria impossível de descrever, o primeiro broto saindo para o sol. E depois outro e outro.

– Agora – disse-me ela – devemos mostrar às plantinhas que o mundo aqui fora vale a pena. Vamos ficar sempre felizes uns com os outros que é para as plantinhas não voltarem lá para dentro. Também devemos cuidar delas porque, coitadinhas, não podem se deslocar como nós para ir beber água quando tiverem sede, nem para fugir quando alguém for pisar nelas.

Colocamos proteções de bambu à sua volta e todas as manhãs lhes dávamos água, porque era verão e o calor estava muito forte. Havia uns dias em que precisávamos protegê-las do sol e cobríamos uma grande área com um tecido quase transparente e já meio velho, mas que era mantido imaculadamente limpo. Nunca perguntei por que esse tecido era lavado, se ia ficar exposto ao sol e ao vento que, às vezes, levantava nuvens de poeira avermelhada. Mas, incansavelmente, as mulheres da aldeia, lavavam os metros e metros de tecido, sempre cantando e dando risadas das coisas mais simples.

Certa vez foi por causa de uma rã que saltou para dentro da cesta de vime. Uma das mulheres comentou que a rã estava querendo acasalar e, por esse motivo absolutamente ingênuo, as mulheres deixaram-se rir até o entardecer.

quinta-feira, 29 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Felicidades e carinhos à mamãe e ao filhinho. Beijos do tio DeRose.

segunda-feira, 26 de julho de 2010 | Autor: DeRose

 

O Governador Serra, do Estado de São Paulo, cumprimentando o Comendador DeRose
após agraciá-lo com o Diploma Omnium Horarum Homo (Homem para todas as horas),
pelo “seu comprometimento com a causa humanitária”.

Dr. Geraldo Alckmin, que sancionou a lei criando no calendário oficial do Estado o Dia do Yôga
na data do aniversário do sistematizador DeRose.